Por se tratar de um campo em construção e transformação, o congresso de Relações Internacionais permite ao profissional um contato com os temas atuais referentes ao mercado de trabalho e de ensino-pesquisa, além de tratar-se de uma ótima oportunidade para networking.

CONGRESSO DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS – ACADEMIA

A ABRI – Associação Brasileira de Relações Internacionais – representa um marco fundamental na consolidação do campo de ensino e pesquisa em Relações Internacionais, estimulando à produção acadêmica e o debate cientifico. Através do Encontro Nacional da ABRI, evento bianual, discentes e docentes se reúnem para debater os mais relevantes temas científicos e acadêmicos do campo.

A FENERI – Federação Nacional dos Estudantes de Relações Internacionais – também apresenta importante papel na construção da vida acadêmica dos futuros internacionalistas. Anualmente promovem o ENERI (Encontro Nacional dos Estudantes de Relações Internacionais) com o objetivo de aproximar estudantes de todo o país para refletirem e conhecerem melhor o campo de Relações Internacionais. O evento é rotativo, sendo organizado pelos próprios alunos das universidades que foram escolhidas para sediar o evento.

Além do ENERI, cada região do Brasil sedia um Encontro Regional de Relações Internacionais, também com características do evento nacional, mas com enfoque nas questões locais.

Além dos eventos nacionais e regionais, ocorrem diversos outros eventos nas universidades que abrigam o curso de Relações Internacionais. Atualmente já existe em praticamente todos as instituições a Semana Acadêmica de Relações Internacionais com palestras, apresentação de trabalhos, minicursos, entre outras atividades.

O internacionalista deve participar desses eventos para divulgar para a comunidade científica e acadêmica os trabalhos que desenvolve. Um momento de ouvir o que outros especialistas que estudam o tema entendem ser importe e também de compartilhar ideias e opiniões.

Essa agenda de congressos de Relações Internacionais, que vão do local até o nacional, ainda apresenta muitas lacunas, em especial sobre o mercado profissional não acadêmico. E nos próximos anos, esses eventos devem buscar maior aproximação com o mercado de trabalho, com as empresas e a sociedade civil com o intuito de deixar de ser apenas um campo acadêmico.